Amor em pedaços

25

de
janeiro

Dúvidas

Faz tempo não posto aqui…

Não sei mais o que dizer. Um vazio me preenche. O pior é que sei por quê. E nada faço.
Ultimamente tenho me ocupado tanto em mostrar "isso" e "aquilo" que nem sei mais quem sou.

Sou a pessoa forte, que depois do fim de um relacionamento que foi muito bom está feliz, se sentindo realizada e certa de que era a melhor coisa e muito grata a tudo o que foi,
Sou também alguém tentando disfarçar a tristeza, solidão e falta que me assolam, sentindo raiva de tudo o que aconteceu, não querendo ver ninguém, nem em ouro.

Não sei se sou eu mesma quando digo que não tenho vontade nenhuma de ligar, de saber como está, e não quero nem ver.
Ou talvez seja eu quando grito que preciso ter notícias, que quero ver, quero abraçar, beijar, saber de tudo.

Quando me perguntam se há alguma possibilidade de volta, lá vou eu apressada negar enfaticamente. Mas eu também ando nas nuvens quando expõem suas opiniões de que muita água vai rolar e que nada ainda acabou definitivamente…

Não sei se me considero a mais nova solteira do pedaço e saio pela noite com o pensamento de quem não deve nada a ninguém.
Não sei se fico em casa, esperando notícias ou um convite dele.

Não sei ainda o que quero, o que sinto ainda está muito confuso.
Eu preciso me decidir, me posicionar, mas sei que qualquer decisão tem que ser muito bem pensada.

Não sei se ligo, procuro ter notícias ou se rasgo as fotos e apago os números.

Talvez seja melhor para mim mesma a indecisão. Eu tenho o direito de não ter uma opinião formada.

Eu ainda não sei o que é melhor pra mim…

14

de
janeiro

Mãe-remédio

 

A minha mãe é tudo. Ela ainda carrega consigo tudo o que se pode definir nessa expressão. Sim, para mim, MÃE, PAI, FAMÍLIA, AMIZADE, AMOR são expressões, e não meras palavras, como ontem, sede, chuva e laço.

 

Desde criança sempre fui louca por ela. Ainda me lembro de correr aos seus braços com todas as dores que minha imaginação permitia, para que ela pousasse suas mãos em mim e eu melhorasse. Saía correndo, gritando que as mãos de minha mãe eram milagrosas. Fiz tanta propaganda que tinha fila de primos para que ela "atendesse".

 

Hoje não tenho mais o dengo daquela época, mas ainda acho que as mãos dela curam.

Cresci e descobri mais: suas palavras curam também.

 

A minha mãe é daquelas mães que fazem de tudo, tudo, tudo pelos filhos. Dessas que ligam e perguntam se nos alimentamos direito, se pagamos as contas, se saímos com o cartão do plano de saúde, se a dorzinha que incomodava já passou…

 

Mas não se iluda em pensar que minha mãe é superprotetora. Não é. Ela sofreu (nós também), mas já nos deixou voar faz muito tempo. Sabe que crescemos, respeita nossas opiniões, nosso espaço e nosso tempo.

 

Ela não liga para cobrar, para saber onde e com quem estamos. A minha mãe liga para que saibamos ela lá. É como se dissesse: "Estou aqui. Para o que precisar. Sempre."

 

E está mesmo. Basta um telefonema e já sei. Consegue estar onde quer que eu esteja, sempre, sempre ao meu lado - e nem sempre do meu lado…

 

Mas à distância, suas palavras é que se tornam curandeiras. Melhor que Prozac, mais eficiente que Lexotan, as palavras de minha mãezinha curam como nenhum remédio.

 

 

E quem a conhece sabe. É a tia mais legal, a filha mais amorosa, a irmã mais cuidadosa, a melhor amiga, a patroa mais atenciosa, a esposa companheira. É doce, cândida, pura e fascinante. Incapaz de fazer algum mal.

 

Nesses últimos tempos, a minha mãe fez por mim mais do que poderia imaginar. Foi mais que minha melhor amiga, foi o meu momento de paz. Foi contra si e a favor de mim - ok, nem sempre disse palavras confortantes, mas disse o que eu precisava ouvir. Mas acima de tudo, negou sua frase preferida, só porque se colocou em meu lugar e quis o melhor para mim.

 

Agradeço sempre por tê-la comigo. Agradeço por ser filha dela. E é claro, me esforço para que seja boa com ela como ela é comigo (não sei se consigo).

 

 

Para tudo na minha vida, sempre peço que ela reze por mim. É como se suas preces valessem mais, surtissem maiores efeitos.

 

Mas eu já sei por quê. É que ela é divina, e se comunica diretamente com os céus.

 

 

A minha mãe é o meu remédio. Ela é o meu anjo de cabeceira. 

12

de
janeiro

Carta sem destinatário

 

Onde foi que erramos?

 

Talvez foi porque deixamos de nos escutar e começamos a escutar os outros.

 

Deixamos de vivermos juntos, a nossa vida, para vivermos a vida de quem quer que fosse.

 

Talvez a intimidade ultrapassou nossos limites aceitáveis. As viagens, muitas delas, eram dispensáveis. Poderia ter sido a oportunidade para sentirmos saudade, mas a gente forçou tanto, que se transformou em mais um fator do desgaste.

 

Quisemos viver tudo em tão pouco tempo, que desafiamos as leis da natureza. Debitamos mais do que creditamos, saímos no vermelho.

 

Prometemos mais do que algum dia, poderíamos cumprir.

 

Desgastamos as nossas amizades, envolvemos as nossas famílias.

 

Deixamos de ser 2 e fomos 5, 6, 8 e até 10.

 

Namoramos mais em público do que entre quatro paredes. Não fomos cúmplices quando precisava, não aproveitamos o silêncio. Fui mãe e você foi filho, mas eu nunca quis você como filho e você já tem a sua mãe.

 

Na tormenta, você se virou e foi. Não te perdôo por isso. Hoje não. E talvez nunca consiga.

 

Apagaste todo o tempo que ficamos juntos; lembra-se apenas das últimas horas. Lembra-se do que falei, mas esqueceu-se por completo do que ouvi. Foi sucumbido às ameaças, às chantagens. O seu bolso pesou mais que seu coração.

 

Não quis me ouvir e nem se colocou em meu lugar. Talvez no fundo, eu te compreenda. Mas há em mim uma parte muito grande que se sente abandonada. Isso, sem levar em conta o desrespeito, a desconsideração.

 

A sua dependência afetiva é determinante. Te conheço, sei disso. Mas nada justifica a sua voz muda. Nunca quis que se pusesse contra eles e a favor de mim. Isso seria exigir demais de você. Só esperei de ti mais presença, mais consideração, e principalmente, mais respeito com tudo o que vivemos.

 

Imagino que hoje, quando perguntado como estás, abres um sorriso e diz-se muito bem.  Promete um ano animado, diferente dos que foram. Engana a todos e a você mesmo.

 

Quanto a mim, estou indo, tentando ficar bem. Conheci seu lado infantil, seu lado despreparado e influenciável. Assisti a um jogo baixo, que excluía as únicas pessoas envolvidas em tudo: eu e você. Não foste homem, não teve culhão, não honrou suas palavras. Se assumiu como um frágil ser que necessita ser cuidado, seu personagem favorito. 

 

Todo o meu respeito. (reverências)

 

Acho que mesmo depois de tudo, eu ainda estou melhor. Cortei meus laços com você e com todo o resto que você carregava. Você continua com a casa lotada. Estou aqui, trilhando meu caminho, como alguém que toma as próprias atitudes, que tenta acertar, mas que erra muitas vezes (sou humana!). E quando erro (e acerto também), sei que posso contar com a minha família, com os meus amigos, comigo mesma.

 

Sabe, eu tenho as rédeas da minha vida. E não há mais nada que eu queira.

 

E você me dá licença, que vou ser feliz!

 

12

de
janeiro

Ano Novo, tudo novo!!

2008 nem começou direito - são apenas 12 dias - e já tem surgido efeito em minha vida.

 

Comecei o ano com o pé direito (acho!).

 

Mudei o endereço do meu blog e selecionei os textos que mais gosto para publicar aqui, que a partir de agora será o meu querido blog secreto; rompi um relacionamento de quase três anos; estou começando num emprego novo e de mudança para um novo endereço, com tudo novo também.

 

De velho até aqui, só eu, minha família e amigos.

 

Que Deus reserve para mim e para todas as pessoas boas de alma um ano excelente, repleto de realizações e conquistas. Que 2008 seja o ano dos sentimentos sinceros e puros.

 

Oxalá!!

11

de
janeiro

Quando amamos

 

Quando amamos, amamos de verdade, o que fazemos?
O que nunca fazemos?

O que dizemos e o que nunca podemos dizer?
Quando amamos, qual a hora certa de ligar: antes de dormir ou depois de acordar?

Como queremos ser tratados?
E como tratamos a outra pessoa?

Quando amamos, o que nos incomoda?
Aliás, algo realmente nos incomoda?

Como devemos nos expressar? Quando? Onde?

Quando amamos, assistimos ao nascer do sol ou dormimos abraçadinhos?

Quando amamos, temperamos a comida para mais ou para menos?

Sentimos falta ou excesso?

Queremos mais ou já basta?

Escondemos ou escancaramos?

A gente se lembra ou se esquece?

Quando amamos, a gente é a gente mesmo ou é o outro?

Somos cegos ou enxergamos melhor que ninguém?

Quando amamos, a gente quer ou precisa?

A gente sofre ou é feliz?

E… amar basta?

11

de
janeiro

Saudades perenes

Sou saudosista desde o primeiro dia de minha vida.

Deixo meus pais em casa, e antes de o cadeado fechar, tenho saudade.

Olho para as fotos e recordo momentos e personagens com muita saudade.
O que foi ruim no passado no presente é bom.
O passar do tempo transforma as pessoas.

Não consigo sentir raiva de quem me magoou tempos atrás.
Recordo as coisas boas de uma vivência da imaginação, sem rancor.

O leãozinho nem partiu e já sinto um vazio.
O telefone acalma os ouvidos, nada mais.
O silêncio gera ansiedade e gula.

A chave ainda está na fechadura e a vontade de voltar é imensa.
Não consigo priorizar. Quero todo mundo comigo, o tempo todo.

Calzinha abraça para se despedir e ainda tenho saudades desde a chegada.
Nunca quero ir embora se for para ficar só.

Queria não ter saudade.
Viver sabendo que é tudo efêmero.

A vida não passa.
Eu guardo tudo em mim.

11

de
janeiro

Meu testamento

Um dia perguntei qual a idade/época certa para se fazer um testamento.
Me responderam que eu nada tinha, e portanto, não precisaria me preocupar com isso.

Fiquei pensando em tudo o que eu não tinha, e cheguei à conclusão de que eu tenho sim, muitas coisas a deixar no meu testamento.

E a minha (pequena) coleção de livros? Ainda não li todos, mas escolhi a dedo cada título. Imaginei um enredo com a capa de cada um deles. Por isso talvez nunca leia alguns…
Eles ficariam com qualquer pessoa que preze e valorize a leitura.

Tem também as fotos que carrego comigo. Os álbuns gastos pelo tempo que passo folheando-os, lembrando com saudade de cada pessoa e cada tempo que vivi. Para cada foto, uma experiência. Queria que alguém passasse tanto tempo com elas quanto eu, que tentasse descobrir a situação de cada uma delas.
Que cada personagem da minha vida tivesse uma lembrança consigo, que as fotos se espalhassem por onde andei.

As peças de roupa seriam doadas. Todas. Que quem se interesse faça novas estórias com aqueles pedaços de tecidos. Que use o vestido vermelho para seduzir, que conquiste o namorado com a sandalinha branca, que se esbalde de dançar com o vestido rosa, que vá a qualquer lugar com a calça jeans de lycra, que se proteja do frio com o sobretudo de couro.

Os arquivos do computador seriam apagados, excluídos. Todos. Exceto meus textos. E esses eu daria para minha irmã. Que ela os relesse para rir, chorar ou só lembrar de mim.

Minha DVDoteca seria dada à minha mãe, para que ela pudesse assistir aos filmes, seriados e concertos quando estiver bem velhinha e pouca companhia.

As revistas e anuários seriam do meu pai. Que ele visse as imagens coloridas e diferentes quando a vista estiver cansadinha demais para leituras.

As bijoux e jóias iriam para meus descendentes. Que vendam, guardem ou usem com freqüência, mas que continuem a deixar cada uma delas em suas caixinhas específicas. Que tenham cuidados.

Os badulaques, lembranças de viagens e pelúcias seriam deixados ao meu companheiro. Que ficassem guardados ou expostos, desde que trouxessem boas lembranças minhas.

Ah! Meus diários antigos e outras anotações pessoais merecem o respeito da descrição e privacidade, e portanto, devem ser carbonizados.

O resto, todo o resto, não me importa.
Que fique a critério de cada um.
Lixo, entidade beneficente ou armário.

11

de
janeiro

Quando não se tem o que se quer

É difícil não ter o que se quer, né?
Abrir mão de nada é fácil. O ser humano vive e deseja, é assim, intríseco.

Não digo de bens materiais, não me confundam. Ninguém nunca terá tudo que quer. Seria chato demais.
Eu falo de não ter um abraço apertado que queira acabar com seus problemas, um colo que te desligue do mundo, uma palavra que soe como solução para tudo, um afago qualquer que quase te faça levitar.

Quando não se tem o que traga conforto, fica muito mais difícil olhar pela janela e admirar o céu azul, abrir o diário e relembrar os sentimentos de cada linha daquelas ou até descobrir novos e bons sabores…
Quando não se tem o que se quer nos tornamos duros, frios, calculistas.
Tudo o que nos trazia admiração é enjoativo.

É como se colocássemos óculos escuros permanentes. Não vemos as cores da vida.
Imaginamos um infortúnio destino, um desenrolar sem graça, sem vontade de ser.

Cobramos das pessoas à nossa volta em silêncio. Através de agressões, impaciência e indiferença. Lançamos o código de que não estamos bem, mas ele é indecifrável.
E afinal de contas, Freud diria que essa era a intenção.

Fácil seria pedir ajuda, desabafar, se aconselhar.
Não é isso que se quer. Se quer ações espontâneas, do âmago de quem o faz.

Quando não se tem o que se quer, pode-se fazer!
Tirar os óculos, limpar a casa e se perfumar, estando pronto para o que a vida oferece.
O rio, uma hora, deságua no mar…

11

de
janeiro

À procura do grande amor

Já parou pra pensar quanta gente pede, clama, reza para que encontre um grande - e talvez único - amor?

À minha volta sempre ouço minhas amigas dizerem que procuram O amor. É O amor. Não é UM amor.
Não é aquele amor que depois de pouco tempo se transforma em desculpas para desencontros , não é aquele que se enjoa no primeiro mês, que não resiste a nenhuma distância, que não passa além de uma estação do ano. Esse é o amor passageiro, caso, rolo, affair…

Falam do amor que perdoa, que cuida, protege e faz bem. Falam do amor que traz dependência, que dá orgulho, ciúme, paz, desejo…

Mas será que estão preparadas para o grande amor? Será que avaliam bem que terão que abrir mão de certas coisas?
Será que minhas amigas estão dispostas a ficar mais tempo com o parceiro do que com as amigas? Será qe querem mesmo tratar o amor tão bem, assim como ele os trata? Ou alguém imagina um amor que só dê amor??

Amar é compartilhar.

Será que quando elas falam que procuram um amor levam em consideração tudo a que terão que abdicar? O amor é livre, mas certos hábitos de solteirice têm que ser mudados.

O grande amor exige zêlo, cuidado, respeito.

Elas querem sair do cenário das baladas e curtir filmes em casa? Querem assistir ao jogo do time do amado e perder um capítulo da novela favorita?
Estão dispostas a sair com os amigos dele e se tornarem amigas das namoradas dos amigos deles? Apagarão os telefones dos ‘casos’ passados, sem peso na consciência?

Encontrar o grande amor não é tarefa fácil, exige paciência, amor, e mais que isso: vontade.
Vontade de querer dar certo, vontade de discutir por divergências de opiniões mas saber que dali a pouco um beijo apazigua.

É fácil gritar aos sete ventos a vontade de ter um amor, mas talvez nem todos tenham essa capacidade… Ainda. Podemos ser melhores a cada dia, a cada momento.

Talvez uma melhora seja necessária para que estejamos aptos a encontrar o nosso grande amor.

Espero que minhas amigas façam mais, muito mais que procurar o grande amor.
Afinal de contas, nem se procura por ele…

11

de
janeiro

Procura-se

Cristo Redentor, Rio de Janeiro, Brasil.
Uma das sete maravilhas do Novo Mundo!

Procurava um amigo. Um amigo fiel, de todas e para todas as ocasiões.
Encontrou colegas. Pessoas que não se importavam tanto. Não a ponto de emprestar o cobertor, ceder a casa ou parar o relógio.
Encontros geralmente esporádicos. Antecedidos por desculpas, compromissos em cima de hora, ou doenças mirabolantes.

Queria ter um. Apenas um amigo que fosse carne. Seria, então unha, melhor amigo, alma gêmea!
Os colegas pareciam cada vez mais íntimos. Cada vez mais distantes dele.
Uma amizade se formou. E ele ficou de fora.

Tentou por diversas vezes indicar emprego, uma vaga no estacionamento, apresentar o homem dos sonhos. E tudo isso, para quê?? Ninguém lhe procurava, não lhe pediam conselhos, indicações, receitas.

Tentava entender, mas não compreendia. Julgava ser seu sucesso o impecilho. Talvez os colegas sentissem inveja… Quem sabe?
Poderia ser também o amor-romântico-idealizado-perfeito que mantinha. Ciúmes incontrolável. As pessoas se mostram tão mesquinhas de vez em quando…

Seus motivos torpes o impedia de enxergar a verdade.

Não era o carro, a marca da bolsa ou o seguro-saúde que os afastava.
A vontade de ter amigo era tão grande que não se importava em mentir, deturpar, inventar. Lançar seu veneno em terreno infértil para tal era cometer o suicídio, desfazer-se de seu desejo com maior facilidade, sem arrependimentos ou sentimentos de culpa por parte dos colegas.
Estes, se colocavam em seus lugares. A denominação era importante. Colega. Nada mais que isso. Impossível ir além.

As provas já eram suficientes, mas ainda insistiam no encontro, tentando dar terceiras, quartas e milésimas oportunidades de ver acontecer diferente, acreditando na possível mudança.
Mas não adiantou. A frustrada vontade de ter um fiel amigo se tornou vontade de que ninguém o tivesse. Se ele não poderia ter, ninguém mais teria!

Se esbarrou no laço já firmado. Se esbarrou em sentimentos puros e sinceros. Em cumplicidade, em companheirismo. Se esbarrou na verdadeira amizade. E contra ela…não há quem possa.

Não teve sucesso. E fica a dúvida se tentará novamente.
Como os vilões de histórias em quadrinhos, que sempre voltam. Como o Coringa nos desenhos do Batman.

Oxalá que não tente. E que encontre um verdadeiro amigo.
Que seja, definitivamente, feliz e que suporte presenciar felicidade alheia.

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